terça-feira, 1 de abril de 2014

‘Eu era herói, hoje sou bandido’, diz capitão do exército sobre golpe de 64



Carlos Gomes da Silva

Carlos Gomes da Silva atuava no RS e hoje é vereador em Piracicaba (SP)

O capitão Carlos Gomes da Silva vivenciou o golpe de 1964, que ele chama de revolução, como sargento em São Leopoldo (RS). Hoje na reserva depois de atuar em Presidente Prudente (SP), Piracicaba (SP) e Campinas (SP), ele crê que o fim da ditadura também provocou uma inversão de papéis no imaginário brasileiro. “Eu era herói e hoje sou bandido. E quem antes era bandido virou herói.” O militar atua como vereador em Piracicaba.
Gomes não apoia grupos que pedem a volta da ditadura militar, mas crê que a história não mostra pontos benéficos da intervenção militar. “Não houve uma revolução, houve uma evolução, nós não podemos distorcer a história. Quando falam de tortura para mim, eu acredito que houve, mas nunca presenciei e nunca pratiquei. Minha preocupação sempre foi com a instituição militar.”
Atuando em um dos locais de maior tensão do golpe militar, Gomes recorda-se de ter sido chamado pelo comandante em São Leopoldo para anunciar o golpe. “Ele (o comandante) convocou todos e expôs a situação do país e perguntou a todos qual era o posicionamento. Alguns falaram que defendiam a Constituição, logo o presidente, e na minha vez eu disse que estava ali para seguir ordens. Uma parte foi para casa e eu fiquei.”

‘Melhor fase’
Integrado ao grupo de “revolucionários”, ou golpistas, o capitão relatou ter feito viagens para defender pontos estratégicos do estado e acompanhado manifestações pró-golpe em Porto Alegre (RS). “Foi a minha melhor fase no Exército, pois eu entrei do lado certo sem saber, apenas para cumprir ordens.”
Primeiro aluno durante o período de formação militar, vencedor de inúmeras medalhas em competições de tiro, condecorado com medalhas como as Estrelas de Bronze, Prata e Ouro por 30 anos de serviços prestados, a carreira de Gomes sempre foi ascendente e marcada pela atuação no Tiro de Guerra de diversos municípios.

‘Fim do rancor’
Sobre o período em que os militares ficaram no poder, Gomes crê que há um rancor entre a população e o Exército oriundo do período. Avaliando a ditadura, ele crê que se Artur da Costa e Silva, presidente entre 1967 e 1969 que entrou para a história por promulgar o Ato Institucional Nº 5, tivesse convocado eleições a imagem do militarismo seria diferente.
“Havia um pensamento do general Costa e Silva de passar para a democracia. Se isso tivesse acontecido, o Exército, hoje, estaria sendo visto de outra maneira. Seria como poder moderador que colocou a casa em ordem e do tipo: ‘estava desorganizada, organizei, mas continua sendo sua (povo).’”

Revolução ou golpe?
Enquanto militares institucionalizaram a palavra revolução e a data oficial da tomada de poder em 31 de março, historiadores defendem que o ato foi um golpe militar e que aconteceu em 1º de abril. Gomes defende que o evento foi uma “revolução democrática”. “A família conclamou a revolução. Articularam uma enormidade de gente na rua em uma época sem internet. E ninguém quebrou vidros ou amassou carros. Eu lembro de ter visto muitas mulheres e crianças à frente”, disse.

Hoje afastado de suas obrigações militares, Gomes é vereador pelo PP. Como ocupante de um cargo eletivo, ele defende o voto. “Eu acho que não é por aí (golpe militar), tem que ter eleições, vá votar, cobre gente decente nos partidos. Militar tem que ficar no quartel.” 

Como começar um discurso com inteligência



Um exemplo de oratória e habilidade política, ocorrido há algum tempo na ONU, fez sorrir toda a comunidade mundial ali presente.

Falava o representante de Israel na ONU: 

- "Antes de começar o meu discurso, quero contar-lhes algo inédito sobre Moisés.
(todos ficaram muito curiosos)...Quando Moisés golpeou a rocha com seu cajado e dela saiu água, pensou imediatamente":

"Que boa oportunidade para tomar um banho!".

Tirou a roupa, deixou-a junto da pedra e entrou n´água. Quando acabou de banhar-se e quis vestir-se, sua roupa tinha sumido!

Os palestinos haviam-na roubado!!!" 

Um representante da Palestina de pronto levantou-se furioso e bradou:

"Que mentira boba e descabida! ...Nem havia palestinos naquela época!!!"

O representante de Israel então sorriu e afirmou: 

"Muito bem... Então, agora que ficou bem claro quem chegou primeiro a este território e quem foram os invasores, posso enfim começar o meu discurso". Se um discurso semelhante fosse aplicado ao Brasil, seria mais ou menos assim:

Em 1.979, os Governos Militares, depois de salvar o Brasil do comunismo, e prepará-lo para um futuro brilhante, com uma grande infraestrutura governamental, resolveram iniciar a abertura política e se retirar totalmente da área política, preparando inclusive uma Lei da Anistia, para perdoar até mesmo aos traidores da Pátria, entre eles muitos assassinos, sequestradores e assaltantes.

Mas o PT roubou toda a minuta desses documentos!!!

Aí, com certeza, uma voz de uma petista, raivosa, diria: MAS EM 1.979 O PT NEM EXISTIA!!!! 






Então podemos afirmar com absoluta certeza de que o PT nada fez para a Democratização e Abertura Política do País, nem para seu desenvolvimento, muito pelo contrário: CONDENOU-O AO ATRASO, À IGNORÂNCIA E À DESONESTIDADE ENTRE SEUS PARES ! 

O Brasil agradece!

Fonte: Texto - Almir J N 
              Imagem Ilustrativa -  http://pt.dreamstime.com 
              Montagem - MSB 

 
 
  


 
 

sexta-feira, 28 de março de 2014

Direitos Humanos


Violência doméstica poderá ser considerada crime de tortura

 

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 6293/13, do Senado, que classifica a violência doméstica como crime de tortura. O crime será caracterizado independente de coabitação entre os envolvidos.

A proposta inclui a discriminação de gênero na Lei de Crimes de Tortura (9.455/97), que define esse tipo de crime como o constrangimento de pessoa “com emprego de violência ou grave ameaça, causando-lhe sofrimento físico ou mental”.

Atualmente, a discriminação racial ou religiosa já é caracterizada como tortura. O texto foi apresentado no relatório final da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito da Violência contra a Mulher, realizada em 2013.
Durante os trabalhos da comissão, as parlamentares constataram que um dos problemas da violência de gênero é exatamente a reincidência, devido à proximidade entre vítima e agressor.

Ainda conforme o levantamento da CPMI, os dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade do Sistema Único de Saúde (SUS) apontam que a residência consta como o lugar onde ocorrem 69,9% dos casos de violência contra a mulher, enquanto a via pública responde por 18,6% dos episódios.

Participantes da comissão também foram unânimes em ressaltar que o machismo é a principal cauda da violência contra a mulher. Por isso, combater o problema depende de uma mudança cultural.

Tramitação
A proposta tramita em regime especial e será analisada pelo Plenário.

Íntegra da proposta:

PL-6293/2013 

 

Fonte: http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/DIREITOS-HUMANOS

 

terça-feira, 25 de março de 2014

Cinco perguntas sobre os limites da atuação das Forças Armadas no Rio




Ex-secretário Nacional de Segurança, coronel José Vicente da Silva Filho responde cinco perguntas sobre a ajuda do Exército na segurança da cidade

Qual é o papel das Forças Armadas numa atuação urbana como agora deve ser vista no Rio?

— É uma força boa para ocupar território. Mas, depois, sua atuação na manutenção deve ser rápida. Ela deve ficar no território dois meses no máximo e deve, em seguida, passar para a força policial do estado a segurança. 

O Exército pode fazer o patrulhamento nesses territórios ocupados?

— Não tem a menor condição de essa estrutura fazer patrulhamento. O potencial de risco para as Forças Armadas e para a população é alto. O militar não está acostumado com certas sutilezas que o policial está acostumado. Como, por exemplo, quando ofendem e jogam pedras nos agentes. O policial tem mais experiência, ele é treinado para avaliar o grau correto de risco e a resposta adequada. Os militares têm um repertório de respostas muito restrito, que é basicamente atirar e não atirar. Conflitos não letais não fazem parte do treinamento. Muitos não sabem que não podem dar tiro numa pessoa que está fugindo. 

Após ocupar o território, como os militares podem apoiar as forças policiais?

— No Complexo da Maré, por exemplo, há várias entradas e as Forças Armadas podem ficar estacionadas nesses locais para apoiar o policiamento, mas com os policiais fazendo o patrulhamento. Eles podem ficar em áreas de controle, nos acessos, mas sem patrulhar e junto com a PM. 

O militares do Exército, então, não podem abordar a população?

— Não. No máximo, o que poderiam fazer é reforçar o patrulhamento. Por exemplo, três militares com cinco policiais na patrulha. Os policiais fazem a abordagem e os militares ficam na retaguarda, fazendo a cobertura. Eles não agem, não abordam pessoas. 

O novo Manual de Garantia da Lei e da Ordem do Ministério da Defesa, editado no fim do ano passado, define esse tipo de atuação?

— Não. Essa atuação está em aberto. De maneira geral, o que a Constituição diz é que quando o estado declara a falência de ação das suas forças policiais ele deve reconhecer por escrito ao presidente da República essa incapacidade de resposta do seu aparato de segurança. A força que comparece ao estado passa, então, a comandar a segurança do estado. É uma situação anômala, de extrema gravidade. Isso seria mais claro de observar numa greve da polícia. Quando se requer uma atuação pontual numa área contra um segmento do crime organizado, entramos num terreno pantanoso, sem muitas definições legais. O manual não têm poder de lei, apenas regulamenta. É para uso interno da força, não pode incluir como ela deve atuar.

FONTE: O Globo   /    Cópia  -  http://www.forte.jor.br


sexta-feira, 21 de março de 2014

CARANDIRU: CAMPANHA PELA ABSOLVIÇÃO DOS PMs


Em 20/03/2014




Fonte:
youtube


Concordo plenamente com o Deputado Jair Bolsonaro.

Comentário: Márcio Silveira

Cid Moreira silencia e emociona o programa Altas Horas



Cid Moreira e a mensagem que silenciou a todos no altas horas.



Fonte: youtube


Muito lindo! vale a pena ouvir.

Cansado de esperar por atendimento do SUS, idoso faz própria cirurgia no PR


Em Cascavel, 6.000 pessoas estão na fila à espera por diferentes procedimentos cirúrgicos


A falta de atendimento levou um paciente do Paraná a tomar uma medida extrema. Cansado de esperar e sem suportar as dores, um idoso de 84 anos fez uma cirurgia improvisada nele mesmo. O aposentado sofre há dez anos com uma hérnia no abdômen                                                          Foto: Reprodução/Rede Record 

Fonte: r7.com


Que ponto chegamos! esse é o verdadeiro retrato da saúde no Brasil.
Este é o País da Putaria, onde priorizam a Copa do Mundo e a saúde fica pra depois,  se houver depois.
Revoltado com esse tipo de palhaçada, onde não tem saúde, segurança e moradia digna como prevê a Constituição Federal/88.


Comentário:   Márcio Silveira    -      CF/88 - Título II,  Capítulo I, Art. 5º, IV